Calma! Ainda não cheguei nesse nível. É fato, como bem soube Orlando, que a escrita - vil arte - nos contamina e a poesia - Oh! Infame! - perverte o eu. Mas no momento estou parcialmente imune. Quem manda ter amigo poeta? Pior, que me manda essas malditas estrofes de pensar/sentir?
SIM! Tô sentindo. É! Naquela camada mesmo.
Deus, como eu sou previsível. Basta uma causa. UMA. E fico com minha bateria em nível máximo. Tipo os bichinhos nos cases do Red Bull.
Devia ser proibido acreditar em algo.
Porque? Oras… Experimenta ser teimoso e muito engajado. Pode dar em algo alá “ativista”. (MEDO)
Sério. Estou acordada. Totalmente desperta e lúcida (combinação rara esses dias), com algumas idéias na cabeça. (PERIGO! PERIGO!) Deve ser esse novo sereal que ando comendo…
Voltando.
Dia estranho.
Visita demorada de Babe (irmã mais nova), filme água com açúcar (O diário da Princesa) e reunião de condomínio. Para relaxar, Saraiva do barra, com direito a chocolate europeu (nham!) e papo amigo.
Mas nem tudo são flores. Segundo o sábio Personare (http://www.personare.com.br) eu devo permanecer com um ZIPER na boca, ou posso começar guerras. Alguma coisa entre Marte e Mercúrio nesses dias. Por tanto. Começo uma dieta de palavras. Regradinha:
- Poucos “sims”
- Rarissímos “nãos”
- Definitivamente nenhum “Porque”
- “Oi” seguido de “Até”, pode ser a única forma gentil de conduzir uma conversa.
Nunca fiquei muito tempo sem falar (a não ser quando afônica) e sem escrever é por força maior. Dieta é chato. Mas quem vai contrariar os astros?
Prefiro me focar em algumas missões pessoais:
- Fazer rir
- Falar bobagem
- Ficar bem
(Tá tudo com F…. Estranho)
- Fazer estudos sobre novos padrões web
- Falar menos, fazer mais.
É isso.
<bocejo>
Vou lavar pratos e dormir.
“love is a place
& through this place of
love move
(with brightness of peace)
all places
yes is a world
& in this world of
yes live
(skilfully curled)
all worlds”
– ee Cummings
